Misericórdia de Vale Besteiros

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História

A história da Santa Casa da Misericórdia do Vale de Besteiros começa na tranquila Quinta dos Laranjais, outrora lar de D. Zéquinha, uma mulher de Castelões, generosa e sem herdeiros, que decidiu transformar o que era seu num legado para as crianças que mais precisavam. Foi esse gesto de coração que levou à doação da propriedade à Ordem de Belém.

Com o passar dos anos e o encerramento da Ordem, a casa mudou de mãos — primeiro para o Governo Civil de Viseu e, mais tarde, para a Santa Casa da Misericórdia de Viseu. Mas a verdadeira transformação aconteceu quando a comunidade local se uniu.

Sensíveis às necessidades das famílias e movidos por um profundo sentido de missão, vários habitantes do Vale de Besteiros juntaram esforços para criar um espaço de cuidado e acolhimento para as crianças. Assim, em outubro de 1980, abriu portas o primeiro Jardim-de-Infância, instalado no edifício que um dia pertencera a D. Zéquinha.

A dedicação deste grupo e o apoio essencial da Santa Casa da Misericórdia de Viseu tornaram possível dar um passo maior: a criação da Santa Casa da Misericórdia do Vale de Besteiros, registada oficialmente em 1981.

Desde então, a instituição cresceu para acompanhar as novas realidades sociais, ampliando e reorganizando o espaço para acolher diferentes respostas de apoio — da Creche ao Lar de Idosos, do Centro de Dia ao Apoio Domiciliário, até ao Lar de Infância e Juventude — sempre em cooperação com a Segurança Social.

É uma história de solidariedade, de comunidade e de um legado que continua vivo todos os dias.

Nossos números

27 Utentes

10 Utentes

32 Utentes

33 Utentes

13 Utentes

13 Utentes

Missão

Responder às necessidades da comunidade através de um conjunto de serviços sociais, educativos e humanitários, promovendo uma melhor qualidade de vida.

Visão

Ser reconhecida como uma Instituição de referência, indispensável à comunidade, através de serviços de qualidade, apostando na inovação e no aumento da capacidade de resposta.

Mais do que palavras, estes princípios traduzem a forma como cuidamos, acolhemos e servimos.

Solidariedade

Estar atento às necessidades sociais da comunidade, ajudando na sua resolução através da prestação dos nossos serviços, de forma humanitária e fraterna perante os nossos clientes e colaboradores.

Confidencialidade

Guardar sigilo das decisões e informações, salvaguardando o superior interesse e bom funcionamento da Instituição.

Igualdade

Tratar os clientes/colaboradores da mesma forma sem olhar à idade, etnia e crenças e dar a todos a mesma oportunidade no acesso aos serviços prestados.

Espírito de missão

Assumir o espírito de dádiva, partilha e voluntariado, de forma a garantir um trabalho de qualidade.

Humildade

Saber estar, aceitando as normas e orientações da Instituição. Saber escutar, criando relações empáticas para melhor atender as necessidades da Instituição e dos nossos clientes.

Inovação

Inovar com propósito, cuidar com coração.

Serviços

Creche

A resposta social de Creche destina-se a receber, acolher e acompanhar o desenvolvimento das crianças entre os 3 meses e 3 anos de idade.
  • Proporcionar o bem-estar e desenvolvimento integral das crianças num clima de segurança afetiva e física, durante o afastamento parcial do seu meio familiar, através de um atendimento individualizado;
  • Colaborar estreitamente com a família numa partilha de cuidados e responsabilidades em todo o processo evolutivo das crianças;
  • Colaborar de forma eficaz no despiste precoce de qualquer inadaptação ou deficiência, assegurando o seu encaminhamento adequado;
  • Ajudar as crianças a adquirir um bom nível de expressão e motricidade;
  • Proporcionar-lhes cuidados de higiene e alimentação.

Jardim de Infância

A resposta social de Jardim de Infância destina-se a receber, acolher e a acompanhar o desenvolvimento das crianças entre os 3 e os 6 anos de idade.
  • Promover o desenvolvimento pessoal e social da criança com base em experiências de vida democrática numa perfectiva de educação para a cidadania;
  • Fomentar a inserção da criança em grupos sociais diversos no respeito pala pluralidade das culturas, favorecendo uma progressiva consciência como membro da sociedade;
  • Contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso à escola e para o sucesso da aprendizagem;
  • Estimular o desenvolvimento global da criança no respeito pelas suas características individuais, incutindo comportamentos que favorecem aprendizagens significativas e diferenciadas;
  • Desenvolver a expressão e a comunicação através de linguagens múltiplas como meios de relação, de informação, de sensibilização estética de compreensão do mundo;
  • Despertar a curiosidade e o pensamento crítico;
  • Proporcionar à criança ocasiões de bem-estar e de segurança, nomeadamente no âmbito da saúde individual e coletiva;
  • Proceder à despistagem de inadaptações, deficiências ou precocidades e promover a melhor orientação e encaminhamento da criança;
  • Incentivar a participação das famílias no processo educativo e estabelecer relações de efetiva colaboração com a comunidade.

Casa de Acolhimento Convívio Jovem

A casa de acolhimento residencial convívio jovem, destina-se a acolher jovens em situação de perigo, garantindo os cuidados adequados ás suas necessidades e proporcionando condições que promovam os direitos das crianças consagrados na Convenção dos Direitos da criança nomeadamente o direito à educação, bem estar e desenvolvimento integral.
  • Promover a reintegração do jovem na família sempre que possível;
  • Proporcionar aos jovens a satisfação de todas as necessidades básicas em condições de vida tão aproximadas quanto possível às da estrutura familiar e a satisfação das necessidades específicas decorrentes do acolhimento em meio institucional;
  • Proporcionar os meios que promovam a sua valorização pessoal, social, escolar e profissional;
  • Avaliar a situação do jovem, definindo o projecto de vida e elaborando o plano de intervenção individualizado que melhor corresponda ao seu superior interesse.

Terceira Idade

As respostas sociais, Lar, Apoio Domiciliário e Centro de Dia, destinam-se ao apoio social a pessoas idosas ou não, quando por motivo de doença, deficiência ou outro impedimento, não possam assegurar temporariamente ou permanentemente, a satisfação das suas necessidades básicas e/ou atividades de vida diária.
  • Contribuir para a melhoria da qualidade de vida do idoso e seus familiares;
  • Prestar cuidados individualizados e personalizados ao idoso, ao nível da satisfação das necessidades básicas e apoio psicossocial, de modo a contribuir para o seu equilíbrio e bem-estar;
  • Fomentar as relações interpessoais entre o idoso e a comunidade, afim de, evitar o isolamento.
  • Aconselhar e dar indicações aos idosos e respetivas famílias na resolução dos seus problemas.
  • Promover a integração social e os direitos de cidadania, estimular o espírito de solidariedade e entreajuda dos utentes e respetivas famílias;
  • Incentivar as relações inter-familiares e inter-geracionais;
  • Colaborar na prestação de cuidados de saúde;
  • Prestar aos idosos todo o apoio necessário para que estes aceitem os seus próprios condicionalismos.

Esta Santa Casa já possui Livro de Reclamações Eletrónico, em caso de necessidade aceda ao livro de reclamações online. Para qualquer questão contacte por favor a linha de apoio ao livro de reclamações (217998010).